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especial MBA & Pós-Graduações | Opinião

PORTO BUSINESS SCHOOL e o desafio da transformação digital

Rosário Moreira, Diretora do Executive MBA e do Digital MBA da Porto Business School





A formação, o estudo e a aprendizagem são o pilar do conhecimento humano, físico e metafísico. Com o digital, estamos perante mais uma fase de adaptação da forma de ensino e de aprendizagem à evolução humana, tecnológica e ambiental: o desafio da transformação digital.

E o digital não é o mais importante, mas a forma como as escolas lidam com as tecnologias digitais. O foco não deve ser sobre a própria tecnologia, mas sobre o comportamento humano face à tecnologia e à forma como nos podemos diferenciar e prosperar neste contexto de transformação digital.

Nas instituições de ensino superior, em especial na aprendizagem ao longo da vida, as oportunidades da transformação digital são gigantes: o acesso à formação tornou-se universal, flexível e customizado. Na formação avançada em Gestão, vejamos o exemplo do MBA no formato digital. Este permite a quem está em qualquer parte do mundo o acesso aos melhores professores, aos conteúdos de excelência de um MBA, à rede de contactos, à experiência de turma, aos recursos digitais, etc. Abrindo a porta à formação (desejada) que de outro modo não seria possível.

Os MBA veem nos seus planos de estudo a inclusão de temáticas paralelas à formação básica tradicional (Finanças, Gestão de Pessoas, Operações, Estratégia, etc.), precisamente para dotar os líderes presentes e os decisores do futuro de conhecimentos para aproveitarem todo o potencial do digital: a tomada de decisão com base nos dados, a analítica dos negócios, a transformação digital ou a sustentabilidade. Na Porto Business School os MBA incluem também temáticas que promovem a aprendizagem com impacto e que tornam os profissionais diferenciados, únicos. É que com os avanços tecnológicos aceleradíssimos a que assistimos tudo o que puder ser automatizado será! É simplesmente irrelevante tentar combater isto. É uma perda de tempo, enquanto humanos, tentarmos competir com as máquinas. Os robôs ganharão sempre. Portanto, precisamos de compreender o que nos diferencia enquanto humanos e desenvolver essas competências: capacidades existenciais ligadas às emoções, à criatividade, à empatia e à consciência.